Jardineiro e paisagista autônomo, sem CNPJ, podem receber por RPA quando a empresa ou o condomínio os contrata para serviços eventuais (poda, plantio, manutenção pontual); a contratante retém 11% de INSS e, se couber, IRRF.
É um caso do tema recibo de pagamento a autônomo. O que decide entre RPA, nota fiscal e vínculo é a frequência e a autonomia do profissional.
Quando cabe RPA
- Serviço eventual para empresa ou condomínio: poda, plantio, adequação de jardim, com data e escopo combinados;
- Jardineiro com CNPJ (MEI ou ME): emite nota fiscal, não RPA — compare em MEI ou autônomo com RPA;
- Pessoa física contratando para a própria casa: o regime é outro, veja RPA para diarista e doméstica.
O que o recibo precisa ter
- Nome completo, CPF e endereço do jardineiro;
- Nome e CNPJ da empresa ou condomínio contratante;
- Descrição do serviço e a data de execução;
- Valor bruto, descontos (INSS, IRRF quando houver) e valor líquido;
- Assinatura e data.
Para o modelo em branco, use o modelo de RPA para preencher.
O que a contratante desconta
INSS de 11% sobre o valor bruto, até o teto de R$ 8.475,55 em 2026 (INSS no RPA). O IRRF segue a tabela vigente (isenção de 2026).
Contrata jardineiro para a empresa ou condomínio?
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💬 Falar com o JuniorQuando vira vínculo
Visitas fixas toda semana, horário definido pela contratante e exclusividade são sinais de vínculo. Nesses casos o RPA não protege a empresa. Confira antes os 7 erros ao emitir RPA.
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