Fotógrafo, videomaker, editor de vídeo e freelancer de conteúdo que não têm CNPJ recebem por RPA (recibo de pagamento a autônomo). Quem paga retém 11% de INSS (até o teto) e informa o pagamento no eSocial; cada trabalho gera um recibo. Este guia mostra como fica na prática. O quadro geral está em recibo de pagamento a autônomo.
Cada trabalho, um recibo
Ensaio, cobertura de evento, edição de uma série de vídeos, gravação de uma campanha: quando o prestador é pessoa física e eventual, o documento é o RPA. Pagar por Pix sem recibo não elimina a obrigação; só deixa o pagamento sem registro.
O que descontar
- INSS: 11% sobre o valor bruto, até o teto (R$ 8.475,55 em 2026) — veja INSS no RPA;
- IRRF: conforme a base de cálculo e a tabela vigente — veja a isenção de 2026;
- ISS: depende do município; confirme na prefeitura.
Contratou freela de foto ou vídeo?
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💬 Falar com o JuniorDireito de imagem e cessão não substituem o recibo
O contrato de cessão de direitos autorais ou de imagem é um documento diferente. O pagamento pelo trabalho continua exigindo o RPA (ou a nota, se o prestador tiver CNPJ). Em dúvida sobre o enquadramento, vale conferir com o contador antes de pagar.
Quando o freelancer abre MEI
Se ele emite nota fiscal, o caminho muda e, em regra, não há retenção de INSS da empresa. Entenda em contratar MEI ou autônomo.
Muitos criadores no mesmo mês
Agências e sellers que pagam dezenas de criadores precisam organizar CPF, competência e retenções em lote. O emissor de RPA em massa foi feito para esse volume.
✔ Benefício de cliente Garcia: emissor e contador no mesmo lugar: a equipe que emite cuida do Simples Nacional, do DAS e das declarações.
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