Chega um ponto em que o negócio de afiliado não cabe mais em uma pessoa: aparece o editor de vídeo, o gestor de tráfego, a assistente que responde comentários. E junto aparece a pergunta que trava todo mundo — como pagar essa pessoa sem criar um problema trabalhista ou fiscal?
As três portas legais
- CLT — vínculo com horário, subordinação e habitualidade. É a porta certa quando a pessoa trabalha só para você, na sua rotina. Custo real: salário + encargos e provisões (13º, férias, FGTS) — planeje ~1,4× o salário.
- Freela PJ — prestador com CNPJ próprio, nota fiscal contra a sua empresa. Simples e limpo quando é de verdade: autonomia, outros clientes, sem horário imposto. PJ que só atende você, no seu expediente, é CLT disfarçada — e a Justiça do Trabalho enxerga.
- RPA (autônomo) — pessoa física sem CNPJ prestando serviço eventual. Sua empresa emite o Recibo de Pagamento a Autônomo, retém INSS e IR do prestador e recolhe a parte patronal. É o caminho para o trabalho pontual — um projeto, uma temporada — sem exigir que a pessoa abra empresa.
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💬 Falar com o JuniorO erro que mais custa caro
Pagar por fora — Pix mensal sem documento nenhum. Não gera direito para quem recebe, não gera despesa dedutível para quem paga e cria um passivo trabalhista que cresce em silêncio. Qualquer uma das três portas acima sai mais barata que uma reclamatória depois.
E quando são muitos autônomos?
O RPA individual é tranquilo. O desafio aparece quando são dezenas — cada recibo exige cálculo de INSS, eSocial e guia. É exatamente o tipo de rotina que automatizamos: a planilha de prestadores entra, os RPAs saem calculados e transmitidos ao eSocial, com recibo de cada um.
✔ Benefício de cliente Garcia: quem tem a contabilidade com a Garcia tem folha, RPA e eSocial resolvidos pela equipe — do primeiro ajudante CLT à carteira de autônomos paga em lote a partir de uma planilha.
